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Por que o cartão de ponto manual gera despesas para sua empresa?

cartão de ponto manual

O cartão de ponto manual é um dos meios de se fazer o controle da jornada de trabalho. O registro da jornada, é um compromisso da empresa, e obrigação para uma boa parte delas. 

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) todas empresas com mais de 20 funcionários são obrigadas a ter o registro de ponto. Portanto, o que é necessário saber, é que esse controle de jornada que o governo impõe às empresas têm um custo. Mesmo querendo economizar, será preciso dispor de um certo valor, para atender às determinações governamentais.

Sempre existe uma tendência de se procurar o meio mais barato, mas será que mesmo o cartão de ponto manual gera despesas? Se você tem essa dúvida, fique conosco até o final deste artigo e vamos explicar tudo.

Cartão de ponto manual, o que diz a lei

Sobre o registro do controle de ponto todas as empresas devem ficar atentas, pois apesar de haver uma obrigatoriedade, acima de um teto, todas têm o compromisso.

Segundo a CLT artigo 74, somente as empresas com mais de 20 funcionários são obrigadas a manter o registro do controle de ponto. Essa obrigatoriedade já foi mais exigente, pois até 2019 era cobrada sobre as empresas com mais de 10 funcionários, mas a Lei da Liberdade Econômica ampliou essa quantidade para 20.

Desta forma, o artigo 74 da CLT, diz que esse controle pode ser feito de três formas:

  1. Manual
  2. Mecânico 
  3. Eletrônico

Antes de prosseguirmos, quero lembrar que toda empresa, independente de sua quantidade de funcionários, têm o dever de fazer esse controle. Além disso, quando questionado sobre a jornada de trabalho de um colaborador,  é a empresa que deve provar na justiça que fez o certo diante da lei.

Portanto, se sua empresa tem menos de 20 colaboradores, você deve continuar a leitura, pois o tema também lhe interessa.

Como você viu, apesar da obrigatoriedade, a lei permite que a empresa escolha o meio de fazer o registro.

Não importa se é manual, mecânico ou eletrônico, mas que tenha registrado todos os movimentos do colaborador.

Com essa opção de escolha, é normal que se busque o mais econômico, e nessa linha que muitas empresas optam pelo bom e velho relógio de ponto, ou seja, controle manual. 

Será que o controle de ponto manual gera custo a empresa? Continue a leitura.

Cartão de ponto manual, gera despesas?

Se você é iniciante nesse segmento, entenda primeiro como se processa o cartão de ponto manual.

Quando a empresa tem poucos colaboradores podem até usar o livro de ponto, ele ainda existe, principalmente em órgãos municipais.

O mais comum, é o relógio de ponto, esse é bem conhecido pela antiguidade.

O funcionário deve colocar o cartão e bater o ponto, em todos seus movimentos: entrada, saída e volta do intervalo de almoço e saída do expediente.

Ele também registra as horas extras, quando necessário.

Agora vamos entender os custos que existem nesse método, apesar de disfarçados, eles são bem reais.

Tempo: Filas e atrasos 

A empresa que escolhe um cartão de ponto manual está habituada com filas de espera para bater o ponto.

Isso acontece devido ao processo ser lento, e todos precisam se dirigir ao relógio para marcar seu horário.

Aqui você gestor terá uma luta inversa, seus colaboradores podem chegar na fila em cima da hora de entrada, e reclamar a lentidão do sistema, para não marcar atraso.

Na saída será o inverso, você terá interesse que ele bata o ponto na hora correta, afinal depois de 5 minutos já começa a contar hora extra.

Se você for calcular esse tempo em fila, pode perder por dia 1 hora ou até mais de expediente.

Possibilidade de Fraude

Infelizmente essa é uma realidade que os gestores sempre comentam, sobre a possibilidade de um colaborador bater o cartão do amigo.

Isso começa de forma legítima, o funcionário está na fila, mas precisa correr para seu posto e pede a um colega que bata seu cartão.

Depois que o sistema mostra essa fragilidade outros podem usar de má fé, de forma que esse é outro meio de trazer despesa para empresa.

Pagar por 8 horas de jornada, e o colaborador sai mais cedo, ou até faltar, para o outro colega bater o cartão em seu lugar.

Sem falar que essa pode ser uma ação de participação dupla, um cobrindo o outro em momentos de necessidade semelhantes.

Armazenamento 

Lembra da obrigatoriedade do registro do controle de ponto da CLT, que originou nosso tema sobre cartão de ponto manual.

Esse registro existe para ser armazenado, por exemplo: colaborador tem 10 anos de empresa, depois de desligado, passou 2 anos e achou que estava enganado.

Ele vai à justiça, e cobra tudo desde o momento que ele começou a trabalhar, veja que em termos de jornada de trabalho, é obrigação mostrar os registros.

Quando o sistema é manual, você pode imaginar quanto de papel será guardado para montar o arquivo?

E a possibilidade de extravio ou perda de material.

Nesse momento você gestor percebe que o “barato” sai caro, pois sem prova, não há defesa,  sem defesa a empresa fica vulnerável a culpa e perdas financeiras.

Aqui citamos apenas 3 aspectos onde o cartão de ponto manual gera despesas para as empresas 

Podemos citar outros, como: falta de confiabilidade, manutenção do aparelho, substituição de cartões, falta de transparência, vulnerabilidade dos dados ou custo maior no processo de trabalho, pois exige mais mão-de-obra.

Se você for contabilizar somente o tempo desperdiçado com as filas, verá o enorme prejuízo que sua empresa está tendo.

Atualmente existem plataformas digitais que fazem esse controle infinitamente melhor e mais barato que o cartão de ponto manual

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Autor do conteúdo:

Edgar Henrique

Edgar Henrique

Chief Product Officer da TradingWorks e especialista em Gerenciamento de Projetos, BPM, Mapeamento de Processos, Scrum, PMP, Bizagi, CDIA+, Kofax, VB.NET, C#, VB6, SQL Server e MS Project.

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