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Hora extra x banco de horas: qual modelo optar na empresa?

hora extra

Com a Reforma Trabalhista, aprovada em 2017, a adoção do banco de horas se tornou uma alternativa que pode ser usada por qualquer empresa. Para tanto, é preciso negociar o novo modelo com o trabalhador, de modo a substituir a hora extra. Mas será que é a melhor opção?

As duas possibilidades são semelhantes, mas têm impactos distintos sobre o desempenho do negócio. Então, o ideal é entender qual é o caminho que se encaixa em cada situação.

Na sequência, veja se é melhor escolher hora extra ou banco de horas e entenda as possibilidades de cada um.

Hora extra x banco de horas

Como funciona o modelo de hora extra?

Todo profissional tem um contrato definido com a jornada mensal, semanal e diária. De acordo com a CLT, mesmo após a Reforma, a jornada máxima diária é de 8 horas, com o máximo de 2 horas extras no dia. Semanalmente, o limite é de 44 horas semanais e qualquer período além leva ao pagamento de hora extra.

Nessa modalidade, o valor da hora a mais é de 50% da hora de trabalho normal. Se o período trabalhado for em feriado ou final de semana, o acréscimo é de 100%. Então, ela é paga por meio de uma remuneração extra.

E o banco de horas?

Já o banco de horas consiste em uma modalidade em que é possível “acumular” as horas que superam a jornada acordada entre as partes. Ou seja: se um profissional deve trabalhar 8 horas diárias, mas em um dia trabalhou 9 horas, terá 1 hora para creditar no banco.

Diferentemente da hora extra, é um modelo que se baseia na compensação por meio da jornada. Quando o colaborador atinge certa quantidade de horas disponíveis, pode obter folgas ou estender o período de descanso, desde que combine com o empregador.

Para não ser descaracterizado, ele deve garantir a compensação do período em até um ano, o que exige certo controle.

hora extra

Qual é a melhor alternativa?

Entre o modelo de remuneração por horas extras e a compensação de jornada, a escolha depende das características da empresa. É preciso considerar, por exemplo, se o negócio deseja ter mais flexibilidade e se as horas a mais são comuns. Nesse caso, o banco de horas é uma decisão interessante.

Já se as horas a mais não forem tão frequentes, a ponto de alguém conseguir boas compensações de jornada, a alternativa com horas extras tradicionais pode ser adequada. No geral, entretanto, o banco se destaca.

Por que o controle de ponto é importante?

Independentemente do modelo escolhido, é fundamental associar a alternativa a um bom sistema de controle de ponto. Somente dessa maneira é possível ter confiabilidade sobre os horários dos profissionais, de modo a conferir se existe alguma hora extra a ser computada.

Para que não ocorram erros, o ideal é investir em uma ferramenta online e que facilite o registro, de onde quer que ele aconteça. Com um sistema eletrônico, há maior proteção das informações e automação sobre a atividade, além de melhor controle.

Assim, é viável registrar todo o período trabalhado além do que é previsto em contrato. Com isso, há um acompanhamento completo dos dados e há como calcular o pagamento de hora extra ou computar as informações no banco de horas. Resultado? A garantia do cumprimento das regras previstas.

As diferenças entre hora extra e banco de horas exigem que a escolha seja feita de acordo com as necessidades do negócio. De qualquer forma, um bom controle de ponto é indispensável para o sucesso da tarefa.

Por falar nisso, veja como o controle de ponto digital ajuda a economizar dinheiro e tempo.

Autor do conteúdo:

Edgar Henrique

Edgar Henrique

Chief Product Officer da TradingWorks e especialista em Gerenciamento de Projetos, BPM, Mapeamento de Processos, Scrum, PMP, Bizagi, CDIA+, Kofax, VB.NET, C#, VB6, SQL Server e MS Project.

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