Controle de ponto online pra gestão de jornada fixa e home office.

Sumário

Controle de ponto para hospitais

Administrar a carga horária dos funcionários de um hospital pode ser um pouco mais burocrático se comparado com outros trabalhos. Em especial, hospitais de órgãos públicos tendem a apresentar maiores problemas no controle de ponto. 

Administrar todas essas jornadas e escalas flexíveis pode ser um verdadeiro desafio, mesmo sem considerar os funcionários que não possuem horário fixo. Devido a essa complexidade, é normal que algumas dúvidas apareçam.

Como existem diversos modelos de ponto eletrônico, é preciso avaliar bem para selecionar aquele que se adequa melhor à rotina intensa de um hospital. Entender mais sobre os tipos de ponto e qual o melhor para hospitais pode reduzir muito a burocracia administrativa.

Parece bem confuso, não é? Não se preocupe, logo você entenderá tudo sobre o tema com este artigo preparado por nossa equipe.

Controle de ponto para hospitais

Os hospitais não param de funcionar, funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana, sempre prontos para lidar com as mais diferentes emergências. Para que seja possível esse preparo e essa escala de funcionamento, é preciso contar com muitos profissionais e, claro, uma boa agenda de trabalho.

Uma das principais atividades da gestão de pessoas se dá através da cooperação com os gerentes de cada área do hospital, levando em consideração o tamanho da organização, para que nenhuma área fique carente de funcionários em qualquer horário do dia. Essa tarefa não é nada fácil, pois os gestores devem levar em consideração na escala de horários os diferentes regimes de contratação de cada funcionário, levando também em consideração folgas, férias, dentre outras determinações legais ou de sua categoria.

Quando se pensa em hospital, a primeira profissão que vem à mente é a de médico, mas existem diversas profissões envolvidas, como anestesiologistas, enfermeiros, instrumentistas, zeladores, cozinheiros, recepcionistas, etc. Ou seja, são muitos profissionais envolvidos e todos precisam cumprir seus horários de trabalho para que nenhuma área fique sem atendimento.

O que acontece se um funcionário estiver atrasado, doente ou incapaz de vir trabalhar? Nesse caso, os plantonistas são acionados e são referidos como profissionais que não possuem horário fixo de trabalho, ou seja, podem vir ao hospital e devem estar prontos para serem chamados a qualquer momento e trabalhar, dentro dos limites impostos por seu contrato de trabalho e pela legislação, o tempo que for necessário.

Essa situação, se mal organizada e gerenciada, pode se tornar caótica, pois como resultado podem ser encontradas possíveis violações à legislação, funcionários sobrecarregados e falta de atendimento ao público. Dessa forma, não seria interessante aos hospitais empregarem sistemas de controle de tempo para ajudar a gerenciar os turnos e escalas de trabalho?

Em tempos outrora, isso não era possível porque os sistemas de controle de horários ainda eram muito rígidos, ou seja, não havia recursos como horários e itinerários flexíveis. Entretanto, os tempos mudaram e esse controle mais flexível é atualmente plenamente viável. 

Médicos precisam bater ponto?

Essa é uma pergunta muito comum quando se fala sobre controle de tempo em hospitais. 

Neste contexto, os hospitais privados são considerados “empresas”, os quais, como todas as empresas com mais de 20 colaboradores, são obrigados a disponibilizar um sistema de controle de horas para que os colaboradores possam registar as horas de trabalho. Os médicos, por sua vez, assim como todos os outros funcionários, devem controlar suas horas.

No caso dos hospitais públicos, o governo federal anunciou em julho de 2019 que, em até 12 meses, seria implantado um sistema de ponto eletrônico para 410 mil servidores públicos federais. Nessa esteira, o Projeto de Lei nº 544/19 visa estabelecer o controle eletrônico de frequência para todos os servidores públicos federais.

O uso do ponto de controle para gerenciar as horas de trabalho dos médicos vai muito além de ser uma ferramenta que facilita o trabalho do gestor, atua também como uma garantia para o profissional, pois é uma forma de aferir que as horas de trabalho sejam corretas. Logo, o uso de um sistema de ponto garante que as horas de trabalho, horas extras, horas noturnas estejam corretas e todos os pagamentos devidos sejam 100% certos no final do mês.

Qual é o número máximo de horas que um médico pode trabalhar?

A jornada do médico é um tema de muito debate, pois os plantões médicos podem durar muito, existindo um limite que muitos profissionais afirmam que nem sempre é respeitado.

Existem duas normas importantes que versam sobre a temática. A primeira delas é a Lei nº 3.999/61 e a segunda é a Lei nº 9.436/97, que trata, por sua vez, da jornada de trabalho  para os servidores públicos nos cargos de médico, sanitarista, médico do trabalho e veterinário em qualquer órgão da administração pública federal.

Essas normas estabelecem um teto mínimo e máximo sobre a quantidade de horas que um médico pode trabalhar, bem como determina a possibilidade, no caso dos médicos que não sejam servidores, de realizar acordo escrito com determinadas mudanças. Vale ressaltar que a lei 3.999/61 foi objeto da ADPF 325, analisada pelo Supremo Tribunal Federal, sobretudo nos quesitos relacionados ao piso base e jornada de trabalho dos médicos, que cujo resultado gerou o congelamento do piso base salarial.

Não é algo simples estabelecer a jornada dessa categoria. Uma boa dica é a de buscar os sindicatos, pois eles respeitam os termos legais, além de poder determinar os limites de tempo de trabalho. O plantão, por sua vez, possui regras próprias que podem causar problemas no controle de horário para gestores que não possuam as ferramentas adequadas ou que não estejam familiarizados com os pormenores dessa modalidade.

Como o plantão médico funciona?

Os plantões médicos se tratam de um tipo de regime trabalhista que garante o pronto-atendimento aos pacientes por possuirem uma maior flexibilidade em uma modalidade de serviço que não pode nunca parar, caso contrário, vidas humanas serão perdias. Eles são de extrema importância  nos estabelecimentos de urgência e emergência, bem como em hospitais que precisam prestar assistência integral aos internados. 

Atualmente, não existe nenhuma lei que caracterize ou regularmente o médico ou profissional da saúde como “plantonistas”. Não obstante, estes profissionais se diferenciam dos demais porque cumprem um mínimo de 12 horas contínuas de trabalho, as quais não contam com horas extras, escalonando com pelo menos 36 horas de descanso seguidas. Vale ressaltar que sobre o próprio plantão há uma resumida legislação que garante ao médico, dentro de sua jornada plantonal, espaço para descanso, alimentação, higiene pessoal, etc.

Sobre a temática, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo vedou os plantões superiores a 24 horas corridas, com exceção de casos de plantões à distância. Essa restrição foi colocada com o propósito de preservar a saúde dos profissionais, bem como dos pacientes que estão sob seus cuidados, uma vez que qualquer erro pode ter consequências catastróficas. 

É importante pontuar que, para a escala de plantão ter validade, ela deve estar prevista em Acordo ou Convenção Coletiva. Caso contrário, tendo o trabalhador excedido 8 horas diárias de trabalho, ele deverá receber pelas horas extras excedentes.

Desse modo, o plantonista terá os mesmos direitos trabalhistas que os profissionais que costumam cumprir jornada de trabalho de 8 horas diárias e 44 horas semanais.

Enfermeiros e demais funcionários

Da mesma forma que os médicos, os profissionais da saúde, anestesistas, recepcionistas e demais funcionários precisam fazer marcações das horas trabalhadas, ou seja, bater ponto. 

No caso de hospitais, sobretudo pelo fato de empregar muitos profissionais com jornadas e especialidades diferentes, é ainda mais essencial ter controle de ponto para garantir a organização, eficiência e segurança tanto do profissional quanto do empregador.

Modelos de jornadas mais comuns dentro de um hospital:

  • Jornada mais comum –  8 horas por dia e 44 horas semanais;
  • Plantonistas – 12 horas por dia, horas extras não são permitidas;
  • Médicos em turno ininterrupto de revezamento – 6 horas por dia;
  • Escala 12X36 – O colaborador opera por 12 horas, e tem 36h de descanso. Sem permissão de  horas extras;
  • 6×1 – A escala 6×1 determina que a cada 6 dias de trabalho o colaborador folgue 1;
  • 5×1 – Profissionais que trabalham 5 dias e folga 1 dia, de forma contínua, sendo jornadas de 7 horas e 20 minutos;
  • 5X2 –  Profissionais que trabalham 5 dias, ele tem o direito de descansar 2 dias.

TradingWorks: A melhor plataforma de Registro de Ponto Eletrônico

A TradingWorks é uma empresa que oferece um sistema de controle de ponto eletrônico, se destacando por permitir registros e marcação de ponto mais facilmente, através do celular com GPS e biometria facial. 

Além disso, através do aplicativo, é possível acompanhar o banco de horas, as horas extras e os atrasos, bem como fechar a folha com rapidez e segurança.

Benefícios do ponto eletrônico TradingWorks

O que diferencia o serviço da TradingWorks é o fato de todos as suas funcionalidades serem projetadas para facilitar a vida do trabalhador e da empresa, registrando em tempo real as horas trabalhadas e sendo fiel à folha de pagamento. Aqui o nosso foco são nossos clientes, desenvolvendo e evoluindo de acordo com as necessidades de cada um deles.

Algumas das principais vantagens de utilizar o ponto eletrônico, independente do modelo são:

  • O fato de poder utilizar em qualquer dispositivo, como celular computador e tablets (nos aparelhos de registro online), bastante apropriado para home office;
  • Todos os cálculos serem automatizados;
  • Trave de esquecimento;
  • Registro de ponto via selfie;
  • Dashboard executivo.

Nossa solução é muito completa, possuindo diversas outras funcionalidades além das listadas. Fale com nossos especialistas sobre o melhor sistema de controle e gestão de ponto.

Autor do conteúdo:

Edgar Henrique

Edgar Henrique

Chief Product Officer da TradingWorks e especialista em Gerenciamento de Projetos, BPM, Mapeamento de Processos, Scrum, PMP, Bizagi, CDIA+, Kofax, VB.NET, C#, VB6, SQL Server e MS Project.

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